segunda-feira, 10 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
| Por Fernando Rebouças |
A Bienal Internacional de Arte de São Paulo é uma exposição de artes que ocorre a cada dois anos desde 1951. A Bienal recebe obras de artistas nacionais e internacionais com o objeto de expor as mais novas tendências do mundo artístico.
É considerada uma das principais bienais do segmento, ao lado da Bienal de Veneza e da Documenta de Kassel. O evento é realizado no Pavilhão Ciccillo Matarazzo do Parque do Ibirapuera. O prédio da bienal foi projetado por Oscar Niemeyer.

Em 1951, a Bienal de São Paulo foi lançada graças aos esforços do empresário Francisco Matarazzo Sobrinho e de suaesposa Yolanda Penteado. Na segunda edição, em 1953, trouxeram para exposição a obra “ Guernica”, de Picasso.
Na época, tornou na primeira exposição de arte moderna de grande valor cultural fora do circuito europeu e norte-americano. A primeira edição contou com obras de Pablo Picasso, Alberto Giacometti, René Magritte, Lasar Segall , Brecheret, Oswaldo Goeldi, entre outros.
Na segunda edição houve áreas dedicadas às obras de Constantin Brancursi, Giorgio Morandi, e de vários outros artistas do futurismo italiano e da arte moderna.
Na fase da ditadura, a Bienal sofreu a repressão cultural de perto entre 1965 a 1973. Houve uma forte diminuição no número de trabalhos. A postura contra a ditadura militar ficou mais clara na 10ª edição, realizada em 1969. Naquele ano vários artistas reunidos no Museu de Arte Moderna de Paris assinaram um boicote à bienal paulista.
A Bienal de São Paulo é administrada pela Fundação Bienal de São Paulo, que também realiza a Bienal Internacional de Arquitetura, Urbanismo e Design de São Paulo.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bienal_de_Arte_de_São_Paulo
http://bienalsaopaulo.globo.com
Este ano tem como tema: A eminência da poética. É considerada uma das principais bienais do segmento, ao lado da Bienal de Veneza e da Documenta de Kassel. O evento é realizado no Pavilhão Ciccillo Matarazzo do Parque do Ibirapuera. O prédio da bienal foi projetado por Oscar Niemeyer.

Na época, tornou na primeira exposição de arte moderna
Na segunda edição houve áreas dedicadas às obras de Constantin Brancursi, Giorgio Morandi, e de vários outros artistas do futurismo italiano e da arte moderna.
Na fase da ditadura, a Bienal sofreu a repressão cultural de perto entre 1965 a 1973. Houve uma forte diminuição no número de trabalhos. A postura contra a ditadura militar ficou mais clara na 10ª edição, realizada em 1969. Naquele ano vários artistas reunidos no Museu de Arte Moderna de Paris assinaram um boicote à bienal paulista.A Bienal de São Paulo é administrada pela Fundação Bienal de São Paulo, que também realiza a Bienal Internacional de Arquitetura, Urbanismo e Design de São Paulo.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bienal_de_Arte_de_São_Paulo
http://bienalsaopaulo.globo.com
MAM - Museu de Arte Moderna - exposição de Adriana Varejão até 16 de dezembro 2012 - IMPERDÍVEL
O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) apresenta a exposição "Adriana Varejão - Histórias às margens", com obras da artista plástica brasileira. A mostra fica em cartaz até 16 de dezembro e reúne esculturas e quadros tridimensionais com figuras feitas de gesso e cores fortes que parecem saltar da tela.
A exposição panorâmica de Adriana Varejão traz obras de vários períodos da carreira da artista a partir dos anos 1990 e coleções que estão no Brasil e no exterior, como a Fundación "la Caixa" (Madri), Tate Modern (Londres) e Guggenheim (Nova York). A mostra tem seleção de trabalhos fundamentais da artista feita pelo curador Adriano Pedrosa.
Uma das 42 obras, que é de grandes dimensões e produzida especialmente para a exposição, traz azulejos nos quais são retratadas plantas carnívoras. Esta obra remete ao trabalho da artista presente no Panorama da Arte Brasileira de 2003, no próprio MAM, em que azulejos reais traziam estampas de plantas alucinógenas. O painel, de cerca de 18 metros de extensão, é composto por 54 módulos de pintura.
Também foram produzidos para o evento uma pintura em grande formato, com o panorama da Bahia de Guanabara, Rio de Janeiro; e um prato. Os dois trabalhos foram recriados em estilo chinês, nos quais a artista Adriana Varejão retoma a série Terra Incógnita, iniciada em 1992, introduzindo elementos do trabalho atual da artista. A mostra inclui ainda os exemplos mais significativos das séries de Pratos, Saunas, Ruínas de Charque, Mares e Azulejos, Línguas e Incisões, Irezumis, Acadêmicos, Proposta para uma Catequese e Terra Incógnita.
Serviço:
Adriana Varejão - Histórias às margens
Museu de Arte Moderna de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3, Parque Ibirapuera
Até 16 de dezembro
Terça a domingo, das 10h às 17h30
Serviço:
Adriana Varejão - Histórias às margens
Museu de Arte Moderna de São Paulo
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Portão 3, Parque Ibirapuera
Até 16 de dezembro
Terça a domingo, das 10h às 17h30
domingo, 2 de setembro de 2012
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